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DÉCADAS 90 e 00 Havia 170 milhões de brasileiros no BrasilO Rio era capital do estado do Rio de Janeiro Havia 6 milhões de cariocas
O Sambódromo da rua Marquês de Sapucaí era todo uma festa. Domingo se iniciava o desfile das Escolas de Samba do grupo especial, que continha as principais, as maiores, as melhores. Algumas escolas desfilavam no Domingo e as restantes na Segunda Feira, sendo a ordem do desfile definida por sorteio. Na véspera, Sábado, desfilavam as escolas do grupo de acesso. Estas, todas elas desejavam ser julgadas a vencedora, por parte da Comissão julgadora. Isto lhes valeria o direito de galgar acesso ao grupo especial já nos desfiles vindouros. De forma algo semelhante, a última colocada no julgamento do grupo especial era rebaixada, passando a desfilar no grupo de acesso, no ano seguinte. As torcidas das diferentes escolas se faziam presentes e atuantes, não só durante o desfile, mas também, depois do Carnaval, na solene e pública sessão de apuração dos resultados do julgamento, com divulgação das notas dadas pelos diversos membros da Comissão. Muitos dias antes do Carnaval, já a Televisão estava divulgando os sambas enredo das principais escolas. Com entrevistas aos principais integrantes das mesmas, a mídia promovia o crescimento das torcidas e incentivava a competição. Cada escola tinha seus técnicos, compositores, iluminador, carnavalesco, puxador, mestres-salas, porta-estandartes, mestre de bateria, rainhas, passistas, etc. Em geral, a exceção dos componentes da bateria e da tradicional ala das baianas, todos os participantes do desfile tinham de arcar com as despesas de aquisição de suas fantasias. Embora isto por vezes fosse bastante oneroso, não faltava quem se interessasse por participar do desfile como membro da Escola. Todos achavam que o prazer que era experimentado na sagrada hora de desfilar, não tinha preço. Muitas pessoas, e aqui se inclui um grande número de turistas, adquiria ingressos, para assistir ao desfile, nas arquibancadas do Sambódromo. Havia diversos tipos de ingressos, de preços bem diferentes, bem como acomodações de luxo e conforto também variado. Irapuan Martins, engenheiro aposentado, dedicado a novo tipo de atividade na terceira idade, não costumava ir assistir aos desfiles lá no Sambódromo, preferindo a comodidade de vê-los pela televisão suspensa em suporte preso à parede do quarto, controle remoto na mão, confortavelmente deitado na cama. De qualquer forma jamais escondeu suas preferências, ao longo dos anos sempre aplaudindo, veementemente, alguns componentes como o mestre-sala Delegado, a porta-bandeira Mocinha e o puxador de samba Jamelão. Controles remotos, de forma semelhante ao mouse, eram as ferramentas que atualmente ele mais manipulava nesta fase de sua vida, em que os grandes esforços deviam ser evitados, embora ele bem soubesse que a falta de atividade era uma tendência a ser vigilantemente evitada. Essa a razão porque fazia regularmente sua caminhada diária, alem de alguns alongamentos, como recomendavam os médicos. Nessas caminhadas, ele reunia o útil ao agradável, admirando as belas paisagens que sua Cidade lhe proporcionava gratuitamente. Caminhava acompanhando as praias de Botafogo até a Praia Vermelha e a Urca, terras antes pisadas pelos antepassados Tamoios. Passando sob os cabos do caminho aéreo do Pão de Açúcar, podia acessar a linda trilha chamada de Bem-te-vi, entre a montanha e o mar, iniciada na Praia Vermelha. Na ponta da Urca, no Forte S. João, chegava ao local em que havia sido fundado o Rio de Janeiro, entre o Pão de Açúcar e o Cara de Cão. Lá estava a estátua de bronze do fundador Estácio de Sá. A atividade principal, que trazia sua realização como indivíduo ainda útil na terceira idade, a par do prazer que isto lhe proporcionava, era escrever livros eletrônicos, usando os recursos que a Internet punha a sua disposição. Irapuan, da mesma maneira que seus netos adolescentes, e ao contrário da maioria dos mais velhos que, talvez em razão do fenômeno social comum de reação à mudança, não se interessavam pelo uso do computador, procurava obter o máximo do que a máquina podia oferecer, integrada na poderosa rede Internet. O trabalho do escritor, neste caso é muito facilitado pela comodidade que a Internet proporciona para a pesquisa, em âmbito excepcionalmente extenso, quase sem limites, Mundo afora. Por outro lado, a edição e a divulgação são muito facilitadas, havendo vários portais dedicados à divulgação de livros eletrônicos (virtuais), muito menos onerosas que as do tipo tradicional, impresso em papel. Assim é que nada melhor que dedicar seu tempo a uma atividade que é simultaneamente, útil, salutar e agradável. Bem melhor que contar os minutos da ociosidade, aguardando o fim da vida ou a caminho de uma depressão. Outra alternativa, também pouco útil e menos saudável, seria a de simplesmente manter permanentes reuniões com amigos, para conversa, em mesinhas de bar. Viver do passado, não; lembrar o passado somente para reviver os momentos agradáveis, ou para colher fatos e imagens a fim de divulgar as verdades históricas de que foi testemunha ocular, muitas vezes mal relatadas ou até deformadas pela mídia atual. As gerações mais novas precisam saber como as coisas realmente se passaram, relatadas por quem as presenciou, sem estar envolvido nas mesmas por interesses quaisquer. Acompanhar a evolução da sociedade e da tecnologia também era uma obrigação a que ele se dedicava com prazer, assistindo aos noticiários pela televisão. Se o idoso manipular a rede da informação, assim pensava ele, com habilidade equiparável à dos jovens, procurando manter-se em dia com as novidades que surgem a todo instante, sem dúvida ele será um elemento muito eficiente, já que em matéria de experiência e conhecimento do passado por testemunho pessoal, ele será sempre mais capacitado. Talvez mesmo devido a essas suas características especiais, Irapuan é sempre muito procurado pelos netos, que o admiram e com ele se entendem muito bem. Praticamente não há neto que não queira navegar pela Internet. Ainda porquê, como eficiente instrumento de pesquisas, ela já é parte integrante do Ensino. O noticiário esportivo é visto como um lazer especial. Alem dos tradicionais campeonatos das Cidades, o Campeonato Brasileiro é agora acompanhado com muita torcida, já que atualmente podem ser assistidos ao vivo, encontros realizados no Maracanã ou em outro estádio qualquer no Brasil entre, por exemplo, o Fluminense e o Náutico, ou o Vasco e o Grêmio. Também os encontros internacionais, Mundo afora, quando importantes, são transmitidos ao vivo pela TV. Embora a essa época a seleção brasileira não andasse muito feliz nos encontros internacionais que realiza, nosso futebol é tetra-campeão e ainda há muita exportação de craques para a Europa e para a Ásia. Depois de várias derrotas em amistosos da seleção brasileira e a difícil e sofrida classificação para a copa do Mundo obtida dentro de seu grupo, o torcedor ainda teme uma decepção como aquela ainda lembrada hoje da única vez em que a Copa Jules Rimet foi disputada no Brasil. Foi na inauguração do Maracanã, em 1950, assim definida por um jornal daquele dia: Mario Filho: O Segredo Da Vitória Dos Uruguaios: Só Os Brasileiros Tinham Tudo A Perder (Jornal dos Sports) Está na moda o rebaixamento dos últimos e a elevação de categoria dos primeiros, de modo que, como no caso das escolas de samba, também no Campeonato Brasileiro alguns clubes podem passar para a Segunda ou para a Terceira Divisão (terror para os torcedores) ou ser alçados a uma divisão acima, dependendo de sua colocação no final do campeonato. A grande preocupação do escritor Irapuan Martins é quanto à segurança de sua família, que diferentemente dele, não pode evitar de transitar diariamente pelas ruas, seja a caminho para o trabalho ou para colégios e faculdades. O noticiário diário da televisão mostra uma série interminável de violências e acidentes, demonstrando que a segurança local está deixando muito a desejar. Há um crescimento desenfreado de mortes conseqüentes a confrontos diários entre polícia e quadrilhas de traficantes, ou a disputas entre diferentes facções do crime organizado. Balas perdidas são freqüentes e há armas demais nas mãos de muita gente. Em geral elas acabam sempre nas mãos de bandidos, assaltantes. Seqüestros são noticiados quase todo dia. Quase todos os prédios de apartamentos foram levados a construir proteção com uma cerca de grades de ferro a toda sua volta. Contra-senso: em lugar de serem encarcerados os criminosos, os ordeiros é que se colocam atrás das grades. Triste ver que algumas autoridades, inclusive da Justiça, são às vezes surpreendidas em falcatruas, assaltando o dinheiro público, tão penosamente conquistado. Quase sempre a maior parte desse dinheiro não se consegue recuperar mais. Não sabemos se esses crimes são hoje mais freqüentes, ou agora são mais facilmente detectados. É melhor imaginar que agora esses grandes roubos são descobertos mais facilmente e em conseqüência serão futuramente evitados. A distribuição de renda é muito ruim embora tenhamos uma das maiores economias do Mundo. A saúde da população ainda deixa muito a desejar. Agora há uma epidemia de dengue e, para enfrentá-la estão sendo mobilizados todos os recursos possíveis, inclusive as corporações militares. O pior quadro atual, entretanto, é o das crianças nas ruas, fora das escolas, porque isto significa que elas não terão acesso futuro a posições dignas dentro da sociedade, e provavelmente serão conduzidas à miséria ou ao crime. Irapuan contempla a imagem do Cristo Redentor, mentalizando um pedido a Deus, de proteção para os seus entes queridos e todas as crianças atuais. A recordação de dias passados não muito distantes traz a sua mente um grande congresso de Ecologia realizado no Rio de Janeiro, com reuniões importantíssimas realizadas no Riocentro. Ali estiveram presentes, simultaneamente, quase todos os chefes de estado do mundo atual, as mais expressivas e conhecidas autoridades existentes na Terra, tal a importância dos assuntos tratados, que em resumo significavam a sobrevivência da humanidade (ver jornais).
Inquestionável foi a demonstração de vocação pacifista e de segurança que não só o País, como propriamente a cidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro deram ao Mundo, pois que não houve durante todo o Congresso, o menor arranhão na ordem e na proteção do talvez maior contingente de super autoridades já concentrado num lugar, ao longo da História, o que poderia ser um motivo muito forte para atrair terroristas internacionais. As forças armadas participaram ativamente desse esquema de segurança. As preocupações básicas quanto à sobrevivência da humanidade, atualmente parecem que tendem a se concentrar nos insumos essenciais à vida dos humanos, a saber: oxigênio, água e segurança. Quanto à natureza, o Brasil é excelentemente bem dotado. Resta apenas saber manter estes fartos recursos que temos em mãos, graças aos nossos antepassados que no-los legaram. Segurança infelizmente estamos longe de possuir e é por isso que Irapuan a implora ao Senhor, de olhos fitos na Imagem Maior da Cidade. Como homem realizador que sempre foi, naturalmente ele não espera que as coisas boas caiam do céu, simplesmente. Quando implora alguma graça ao Ente Supremo, ele procura sim, ajuda, e inspiração para agir certo. O terrorismo vem crescendo mundialmente, tendo atingido proporções fantásticas, haja vista ao caso das torres gêmeas de Nova Iorque, acontecimento que movimentou toda a opinião mundial sobre o assunto. O Mundo parece que está agora motivado a cerrar fileiras num combate coordenado e sem tréguas aos atos terroristas. Os recursos modernos de informação que já estão disponíveis através das redes de computadores, sem dúvida serão de grande valia nessa guerra, talvez muito mais que as armas das guerras tradicionais. Quanto ao oxigênio e à água, Graças a Deus o Brasil não se recente nem um pouco de sua falta, mas a preocupação existe, pois são recursos que tendem a se tornar raros na Terra. Por serem raros, entretanto, também nos trazem preocupações, já que nem todos os povos dispõem desses recursos com tanta abundância e a cobiça internacional tem de ser considerada. Em outros tempos passados nosso País, colônia, já foi alvo de saques contínuos por parte de outras nações. Pior agora, em que a maiores riquezas a serem cobiçadas estão intrinsecamente ligadas ao próprio território nacional. Nosso herói já tem tido notícias de declarações atribuídas a importantes autoridades do primeiro mundo, de super potências, de que a Amazônia, ou o Pantanal, são patrimônios da humanidade e que os brasileiros não são donos desses imensos recursos. Quanto a ser patrimônio da humanidade cremos que não há dúvida, mas o que preocupa é a interpretação de que o Brasil não deva ter autoridade absoluta sobre essas ricas regiões herdadas de seus ancestrais. Essas declarações a par da criação de algumas novas Organizações Não Governamentais que procuram "proteger" pseudo tribos indígenas das quais nem Rondon nem Vilas Boas sequer falaram, realmente nos devem preocupar. A autoridade brasileira precisa estar alerta e talvez seja o caso não de simplesmente mudar a sede do Governo, mas sim de torná-lo presente permanentemente em toda a extensão do Território Nacional, ocupando racionalmente e ecologicamente todo o Grande Terreno, de forma a desencorajar qualquer intromissão extemporânea estrangeira. Afinal de contas, a Internet possibilita tudo isto, talvez por meio de uma BrasilNet, potente rede de informações, de decisão e de execução. Lembrar de Rio Branco e de Caxias nunca é demais. Sejamos vigilantes sucessores daqueles que tudo fizeram para manter brasileira toda a atual extensão territorial. Mais ainda, não tornemos vãos os sacrifícios de heróis que no passado deram suas vidas pela causa da independência do Brasil, como Tiradentes e Felipe dos Santos. É preciso que as crianças e os jovens atuais recebam uma educação e uma instrução que preserve os valores tradicionais que orientaram nossos heróis da História, de forma a que no futuro se sintam responsáveis pela integridade do Brasil. As autoridades do Governo, responsáveis pela Educação, precisam estar conscientes da grande responsabilidade que no momento lhes cabe. Digamos Não a uma divulgação cômica e deprimente da nossa história, como infelizmente já existe até em alguns livros. Irapuan lembra das histórias que sua falecida avó lhe contava, sobre o avô dela, de nome Domingos José, há muitos anos, quando ela ainda nem havia nascido. Ele, comerciante em Recife, aliou-se a alguns militares e alguns padres para tramar a libertação do País, porque os brasileiros estavam muito insatisfeitos com o jugo do dominador europeu. Eles conseguiram dominar a cidade de Recife e várias outras cidades no nordeste. Formaram até o governo de uma nova República, independente, para a qual providenciavam uma constituição moderna. Pensavam em abolir a escravidão. O poder material do governo central português entretanto era maior e, com o envio de tropas para lá, posteriormente, a Revolução foi dominada. Os chefes revolucionários, incluindo seu trisavô, foram impiedosamente condenados à morte e executados. Poucos anos depois a independência foi conquistada, não a República, com o famoso grito do Ipiranga, dado pelo Príncipe D.Pedro I. Talvez este fato já tivesse sido até certo ponto encaminhado, intencionalmente ou não, pelo Rei D. João VI , ao transformar a Colônia em um novo Reino, com portos abertos, bibliotecas, ensino inclusive superior e forças armadas regulares. Mais tarde a avó de Irapuan teve a felicidade de assistir por toda a cidade, às comemorações do povo, da assinatura da Lei Áurea, que aboliu a escravidão no Brasil. Ela compareceu pessoalmente à missa em ação de graças, quando pôde ver a Princesa Isabel (foto).
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Este clima de felicidade e glória é muito contrastante com a situação atual do nosso País, em diversos aspectos. Compondo o triste ambiente de infelicidade geral desta época presente, nosso futebol já era considerado até decadente, por parte de alguns críticos internacionais. Muito contribuiu para isso a grande dificuldade com que foi alcançada a classificação para participar da Copa do Mundo 2002, com derrotas para seleções reconhecidamente fracas, e sucessivas trocas de jogadores e treinadores. Sob a direção do técnico Luiz Felipe Scolari, conseguimos afinal um lugar entre os 32 países que participariam da Copa a ser realizada na Coréia e no Japão. Todos achavam que nossas chances eram pequenas, apesar da sorte que nos colocou numa chave que julgávamos fraca, entre a Turquia, a China e Costa Rica. Veríamos depois que somente a China não tinha um futebol competitivo, e que a Turquia possuía uma das seleções mais fortes da Copa. Houve uma sucessão de várias surpresas, em que grandes favoritos foram sendo eliminados, aí se alinhando a França, a Argentina, a Itália, Portugal, enquanto Países sem tradição no futebol iam vencendo várias etapas, como o Senegal, a Coréia, os Estados Unidos e a Turquia. A Espanha, com uma seleção muito boa, foi vítima de erros de arbitragem e teve de abandonar a competição também. Digna de menção especial foi a Coréia, não só por apresentar um futebol muito bom, capaz de competir com as melhores seleções do Mundo, como pela linda demonstração de entusiasmo, disciplina e espírito esportivo dada por seu povo nos estádios e nos locais públicos de um modo geral. Ela chegou às semifinais, conquistando o quarto lugar da competição. A Inglaterra, mais uma vez, teve a má sorte de se defrontar com o Brasil, que nessa altura já mostrava que não foi lá para perder, não. Cada jogo, uma vitória, nossa seleção já se tornava a favorita. Nossa chave, antes julgada fraca, deu dois países nas semifinais, o Brasil e a Turquia. Esta última talvez só não tenha chegada à final porque teve de encarar o Brasil pela segunda vez. Interessante que a outra finalista, a disputar o título mundial com o Brasil, foi a Alemanha que também chegara lá sem grandes favoritismos, após se ter classificado a duras penas, como nós. No entanto foi a final mais lógica e mais esperada de todas as Copas: as duas seleções que mais vezes chegaram à Final, uma Tetra e outra Tri. Uma (Brasil) apresentava o melhor ataque, e outra (Alemanha), possuía a melhor defesa da competição ( a muralha, com o goleiro Kahn).Não foi difícil para o melhor ataque vencer a melhor defesa. Ronaldo (carioca) furou a muralha duas vezes. O trabalho, entretanto, foi devido a todo o time, bem como à equipe técnica. Sob o grito de Vitória de 170 milhões de torcedores, em 30 de junho de 2002 , foi conquistado o PENTACAMPEONATO DO MUNDO! * * * * *
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* TRANSCRIÇÃO DE TRECHOS DOS JORNAIS DA ÉPOCA: "Programa Brasileiro é exemplo para o Mundo.".. (Jornal do Brasil, 13 de junho de 1992) |